Querendo imputar erro nos outros com o dedo sujo!!!
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| Por: J. Montalvão | | Se isso está acontecendo, é porque quem não faz gol leva. | Hoje tenho minhas dúvidas se o ex-prefeito cometeu seus desatinos, o enorme grau de corrupção se por índole, por insinuação ou incentivado por um seu assessor.
Eu me dei ao trabalho de fazer um levantamento da história de Jeremoabo/Bahia, desde os primórdios de sua existência até os dias atuais, nunca vi tanta malversação com o dinheiro público como na gestão anterior.
Nunca um filho de Jeremoabo/Bahia teve a coragem ou despudor de cometer tamanhas falcatruas, principalmente pelo ponto inicial, ou seja, tradição das famílias e formação moral e religiosa.
Então uma das suposições a que cheguei e espero ser verdadeira, acredito que só pode ter sido insinuado e incentivado por forasteiro não que vem trabalhar e trazer progresso para Jeremoabo, mas que só quer mamata. Já se acostumou a levar uma vida mamando nas tetas da prefeitura, igual a bezerro enjeitado.
Eu denunciei do ex-prefeito através provas, nunca fiz acusação leviana, os senhores poderão conferir o número exorbitante de processos acessando os sites da Justiça Federa, da Polícia Federal, do Tribunal de Justiça da Bahia, do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia ou no Tribunal de Contas do Estado da Bahia.
O crime existia e existe, porém ele não tinha sido julgado, era considerado inocente, mesmo as irregularidades sendo explicitas.
Aquele mesmo ex-assessor hoje querendo subestimar a inteligência de todos os habitantes de Jeremoabo/Bahia, vem tentar fazer terrorismo psicológico contra o atual prefeito, talvez porque não tenha continuado mamando nas tetas da viúva.
Eu sugiro ao prefeito que acione o setor Jurídico para tomar as providências, pois como já denunciamos através desse site, matéria prima na prefeitura e fora dela, é que não falta tem até em abundância.
Já transcrevi várias matérias a respeito de foro privilegiado, e para tirar um prefeito eleito pela vontade soberana do povo não é fácil, vemos diariamente prefeitos arbitrariamente afastados dos seus cargos, porém, os tribunais superiores corrigem o abuso de poder de quem prática.
Portanto, quero apenas alertar que quem vem fazendo terrorismo psicológico a respeito da destituição do atual prefeito está agindo de má fé, e não dispõe do mínimo de dignidade para espalhar boataria de tamanha irresponsabilidade. Pode até existir sugestão de afastamento para os prefeitos de Jeremoabo, Cel. João Sá e Sítio do Quinto, agora, a diferença entre sugerir e ser, é bem grande.
O cidadão que através do serviço de rádio usou o nome do prefeito de Jeremoabo, para ser correto e imparcial, deveria citar as outras duas cidades.
Se isso está acontecendo, é porque quem não faz gol leva.
Quem errar que pague por seus erros, agora querer fazer o povo de Jeremoabo de idiota, essa não cola. Observação: abaixo estou transcrevendo uma matéria que corrobora com o que estou escrevendo:
Juízes propõem fim do foro privilegiado para combater corrupção e impunidade
Fonte: Agência Brasil
Brasília - Propostas para combater a impunidade nos crimes contra a administração e o patrimônio público cometidos por autoridades com foro privilegiado foram o ponto principal do ato público ”Juízes contra a Corrupção”, promovido ontem (5) em Brasília por filiados da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB). O foro privilegiado garante aos acusados que os processos não sejam julgados pela Justiça comum, mas pelos tribunais superiores. De acordo com o estudo feito pela AMB, dos 130 processos encaminhados ao Supremo Tribunal Federal (STF), em quase 20 anos, seis foram julgados e não houve nenhuma condenação. No Supremo Tribunal de Justiça (STJ), dos 483 processos, houve 16 julgamentos com cinco condenações. Para o presidente da AMB, Rodrigo Collaço, as instituições, incluindo o Judiciário, não podem ser compostas por pessoas que se afastaram da ética. Para ele, é preciso que nesses casos haja julgamento rápido e punição exemplar dos acusados.
“O judiciário tem um papel a cumprir. A sensação de impunidade é mais do que uma sensação, é uma realidade a que nós temos que reagir, cumprindo nosso papel, julgando esses casos, mandando cumprir pena e mandando para a cadeia aqueles que são realmente culpados e inocentando aqueles que não mereciam ser acusados”. Para Collaço, a ausência de julgamentos definitivos de quem tem foro privilegiado, cria uma sensação de impunidade. Ele lembra que essas pessoas tem funções na administração pública, deveriam cuidar do patrimônio público e que constantemente “têm sido flagradas praticando atos que aparentemente são legais, mas que são atos de corrupção” disse. O foro privilegiado, segundo o secretário nacional de Justiça, Antônio Carlos Biscaia, acaba significando impunidade. Ele também ressalta a importância de acabar com o foro privilegiado por prerrogativa de função. “Na realidade a sociedade exige que isso termine definitivamente. Não existe em países mais avançados, em democracias mais avançadas do mundo, foro privilegiado por prerrogativa de função. Até presidente da República vai ao primeiro grau de jurisdição [Justiça comum] responder acusações que lhe sejam apresentadas”. O secretário destacou também o papel da Polícia Federal e do Ministério Público no combate a corrupção. “Nunca nesse país, o Ministério Público e a Polícia Federal agiram com tanta transparência e autonomia. E esta ação independente tem propiciado que casos de corrupção em todos os níveis venham a público”. Biscaia argumentou que é preciso que as denúncias e os fatos revelados tenham consequência. “Que aqueles contra os quais existam provas suficientes sejam responsabilizados criminalmente. É isso que a gente espera”. Entre as propostas apresentadas pelos juízes estão a implantação de uma Política Judiciária Nacional de Combate a Corrupção, o fim do foro privilegiado e a criação de varas e câmaras especializadas para julgar esses crimes. Além disso eles pedem a aprovação de projetos de lei que tornem prioritários os julgamentos dos crimes de corrupção e contra o patrimônio público, crimes cometidos por pessoas detentoras de foro privilegiado. Têm direito a foro privilegiado, por exemplo, o presidente e vice-presidente da República, deputados, senadores, ministros, magistrados, governadores e prefeitos no exercício do mandato.
Gláucia Gomes Repórter da Agência Brasil
STF e STJ julgam menos de 5% dos processos contra autoridades com foro privilegiado
Brasília - Em entrevista coletiva concedida na manhã desta quinta-feira, a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) apresentou um estudo estatístico sobre a tramitação de processos no Supremo Tribunal Federal (STF) e Superior Tribunal de Justiça (STJ) de autoridades com foro privilegiado, além de propostas para acelerar o julgamento desses crimes. A AMB defendeu o fim do "foro de impunidade".
O presidente da entidade, Rodrigo Collaço, foi enfático ao afirmar que, no Brasil, é muito grande o número de autoridades que desfrutam do chamado foro privilegiado “Tanto o STF quanto o STJ não são preparados para julgar esses processos. Por essa razão, mais do que o foro privilegiado, nós temos um foro de impunidade porque quase não há julgamentos efetivos por parte desses tribunais”, destacou.
Collaço comentou ainda alguns dados do estudo que compravam que, concretamente, esses julgamentos não são realizados. De 1988 a 2007, o Supremo Tribunal Federal recebeu 130 processos dessa natureza e julgou apenas 6 (4,62%). Fenômeno semelhante acontece no STJ, onde, de 1989 a 2007, 483 processos envolvendo autoridades com foro privilegiado foram recebidos com apenas 16 julgamentos (3,31%), sendo 11 absolvições e 5 condenações.
O presidente da AMB esclareceu que a magistratura não defende as condenações em massa, mas sim os julgamentos definitivos dos casos. “Sabemos que o juiz não pode condenar ou absolver alguém por pressão da opinião pública, mas o Judiciário precisa responder ao desejo da sociedade julgando esses processos”, afirmou.
http://odia.terra.com.br/brasil/htm/geral_108660.asp
Nem Mandar, Nem Decidir. Não Sabe Fazer Nada Por Giulio Sanmartini
Nunca nesses 118 anos de República se viu nesse país um governo com tantos ministros. Poderia até ter uma justificativa se algo no governo estivesse funcionando, mas acontece realmente ao contrário. Desde a pose de seu segundo mandato Luiz Inácio Lula da Silva comanda 36 (com a chegada do inacreditável Mangabeira Unger) ministérios ou cargos com tal força. Lula que não tem preparo e vontade de pegar no trabalho, até para ser síndico de um prédio em São Bernardo do Campo, está, como era de se esperar, tendo dificuldades em governar um país de 180 milhões de habitantes, com problemas em todas a áreas: saúde, educação, transportes, defesa, previdência social etc... ainda mais que ele não sabe escolher seus ministros, haja vista no primeiro mandato José Dirceu, Antonio Palocci e Luiz Gushiken, que estariam melhor colocados como chefes de quadrilhas, que numa cadeira ministerial. No segundo mandato que vai entrando pelo sétimo mês, quando se pensa otimistamente que não pode piorar, se percebe pessimistamente que tudo está piorando. Desses ministros, apareceram somente aqueles que fizeram ou continuam fazendo besteiras, como racista Matilde Ribeiro ministra da Igualdade Racial; Marta Suplicy, inoportuna e mais que deselegante, grossa em sua observação “Relaxa e Goza”; Guido Mantega que atribui o caos nos aeroportos à boa situação econômica (sic) do país; a mal humorada Dilma rousseff, que depois dos rojões de apito do Programa de Aceleração do Crescimento – PAC, que não anda nem a taca, escondeu-se e evita aparecer; Celso Amorim ministro do Exterior que está administrando de forma equivocada as relações confusas com Venezuela, algo impensável num diplomata de carreira; ainda aparece a pobre Marina Silva lutando contra moinhos de vento e para finalizar o imperador da incompetência, Waldir Pires ministro da Defesa. Por outro lado ninguém sabe o que faz Gilberto Gil, não fosse ele um artista de gabarito, seria um ignoto, assim como o são Orlando Silva, Alfredo do Nascimento, Luiz Marinho, Altemir Gregolin, Miguel Jorge, Guilherme Cassel; desafio que alguém possa dizer de bate pronto se são ministros e qual suas pastas. O primeira regra que faz uma boa chefia e escolher bem sua equipe, inclusive que consiga superar as deficiências de quem dirige, o reverso da medalha é que aquele que escolhe e responsável pelos erros dos escolhidos. Lula ao enfrentar qualquer problema, já entra com o culpado escolhido, que nunca é ele. Para mostrar à galera manda por mandar sem saber o que está fazendo, exige sem dizer qual o caminho para atender as exigências. Acredita piamente que está levando todos no papo furado e assim, vai desfrutando à larga das benesses do poder, numa atitude típica do “quem nunca comeu melado, quando come se lambuza”. e quando não se lambuza de melado, lambuza-se do material fecal da corrupção que sempre está na porta de seu gabinete, de sua residência oficial e de sua casa particular. O grande problema de Lula é o medo de decidir, acovarda-se ante situações em que para resolvê-las faz-se necessário um mínimo de ousadia. Ele se esconde, viaja ou finge que tudo está bem, aguardando que tudo se resolvas sozinho. Ele só cumpriu 12% do seu segundo mandato, pela degradação de um crescente assustador que se vê em todos os segmentos do país, se pode deduzir que nada de bom acontecerá nos 88% restantes. O fato é que ele é disparado o prior presidente de toda a história republicana, como se pode constatar num estudo superficial desse período. Só não se sabe, de quanto será a conta quando ela chegar, mas virá bem salgada e como sempre, é povo quem vai pagar.
Fonte: prosa & política
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